Tratamentos/Resultados

Por razões de confidencialidade os nomes e idades dos intervenientes são alterados.

Aurélia Teixeira com 66 anos.

Apresentou-se na primeira consulta com dores na zona lombar, com dores e parestesias (formigueiros) na região posterior da coxa, esquerda, que a incapacitavam de andar.
Após análise da TAC verificou-se que a paciente tinha nos níveis de L3-L4 (hérnia discal), L4-L5 (hérnia discal)  e L5-S1 (hérnia discal), para além disso foram também detectados, na TAC artroses e osteólitos por toda a coluna, mas mais evidentes na zonal lombar e cervical.
A paciente disse também que lhe davam bastantes dores lombares quando espirrava e quando estava na casa de banho a defecar.
For fim disse também que tinha bastantes enxaquecas, que a impediam de dormir.
O tratamento osteopático desta paciente estendeu-se por 4 consultas.
Após a primeira consulta a paciente, deixou de ter o formigueiro e a dor intensa que lhe incapacitavam de andar, continuou com enxaquecas.

No inicio da  3ª consulta a paciente disse já não tinha as fortes enxaquecas, nem tinha dores muito intensas ao nível da coluna lombar e coxa.

No inicio da 4ª consulta, a paciente já não tinha dores de cabeça com tanta regularidade, mas quando as tinha, e citando a paciente “não são nada comparado com as que já tive”. Não demonstrava qualquer tipo de dor tanto ao nível lombar como ao nível da coxa, ainda assim no final aconselhei-a a ter cuidados especiais nos movimentos do dia-a-dia, e foi-lhe dado uma lista de movimentos que deveria evitar.

Nota: Este foi um caso em que o tratamento osteopático teve bons resultados, embora não possa garantir que uma sintomatologia parecida irá ter os mesmo resultados que este teve, uma vez que existem várias variáveis a ter em conta e que problemas diferentes podem ter sintomatologia semelhante.





José Oliveira de 25 anos

Apresentou-se na primeira consulta com dores de costas, mais propriamente na região lombar, a dor não era intensa mas segundo o paciente "é uma espécie de moedeira".
Apresentou-se também na consulta com exames complementares mais propriamente um raio x onde era evidente traços de hemisacralização de L5 do lado direito, e uma atitude escoliótica mais acentuada na coluna dorsal.
Após o tratamento osteopático, foi aconselhado ao paciente a repetir o raio x e consequente consulta no ortopedista para avaliar melhor o seu estado. No mesmo dia o Srº repetiu o exame e apresentou-o ao ortopedista. Após analise do raio x e do relatório do mesmo o ortopedista concluiu que surpreendentemente não existiam traços de hemisacralização de L5 do lado direito e que a escoliose teria regredido um pouco.
O paciente não necessitou de mais nenhuma consulta visto que já não tinha mais dores e o problema principal da coluna estava resolvido, quanto à escoliose, foram-lhe aconselhados exercícios musculares para tentar fazê-la regredir ainda mais.


Até ao dia de hoje pelo que sei a dor ainda não voltou a manifestar-se.






Rodrigo Carvalho 33 anos


Paciente queixava-se com dores na coluna dorsal, com aumento da cifose dorsal.
Nódulo de Schmorl
Após apresentação das radiografias, pareceu-me bastante claro que o paciente sofria da doença de Scheuermann, onde evidenciavam-se já um nódulo de Schmorl.
Após breve explicação ao paciente do que era a doença passei ao tratamento.
O tratamento principal baseou-se na descompressão da coluna dorsal e lombar e em exercícios/ técnicas musculares que visam o aumento da extensão da coluna. Para alem disso foram aconselhados exercícios para casa e novas formas de posicionamento no dia a dia visando acima de tudo promover o aumento da extensão da coluna dorsal.
Embora não cure definitivamente,  com o tratamento osteopático o paciente sentiu melhoras principalmente ao nível da dor, tem feito consultas regulares de três em três semanas.